No último 27 de Maio passaram-se 142 anos sobre a primeira conferência no
Casino Lisbonense, na qual Antero de Quental – entre a quinta e a sexta
bancarrota portuguesa após o oiro do
Brasil – se propôs identificar umas Causas
da Decadência dos Povos Peninsulares nos Últimos Três Séculos.
141 Anos depois, em correlação a esse célebre texto – e só não em plena
sétima bancarrota porque os nossos parceiros internacionais aceitaram
tutelar-nos (como em 1977 e em 1983) – publiquei o ensaio Condições do Atraso do Povo Português nos Últimos Dois Séculos.
Cujas pistas procurei explorar na presente coluna de opinião.
Visto que a maior parte delas já foram aqui ao menos assinaladas, me parece
estar em boa altura de agradecer ao Açoriano
Oriental ter-me aberto a sua página de “Opinião” desde Dezembro de 2012, e
de dar por terminada a minha participação nela. Não quero porém terminar sem apontar
três ideias que pouco ou nada terei abordado, e que assim não terei
oportunidade de desenvolver.
Como …
"Deus move o jogador que move a peça. / Que deus atrás de Deus o ardil começa / De pó e tempo e sonho e agonias?" - Ou será a peça aquele deus? Se não o for o jogador... (em diálogo com J.L. Borges, Xadrez)